00:00
03:41
Olá, hoje é 30 de janeiro de 2024, meu nome é Barbara Corrêa, Assessora de Agronegócios, na região de São Gotardo-MG, e falaremos hoje sobre a cultura da batata-doce.

A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo parte da dieta da maior parcela da população mundial, sendo considerada uma fonte de carboidrato bastante saudável, rica em fibras, proteínas, vitaminas do complexo B, vitamina A, C e diferentes sais minerais. A presença dessas vitaminas fortalece o sistema imunológico enquanto os sais minerais ajudam a controlar a pressão arterial.

Além do seu baixo teor de gordura, possui betacaroteno e antocianinas, substâncias que auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce e na saúde da visão. Grande parte do sucesso do cultivo desta raiz se dá pela rusticidade na exigência hídrica e de fertilidade, tolerando baixas precipitações e solos pobres de nutrientes.

Contudo, os produtores devem atentar para a escolha de cultivares que se adaptem às condições edafoclimáticas locais e ao nível tecnológico disponível, bem como às exigências do mercado consumidor. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a África detém a maior área de cultivo do mundo, quase 58% do total, seguido pela Ásia, com 37%. Contudo, a maior produção se concentra na China, com mais de 7,5 milhões de toneladas anuais.

Com metade da produção concentrada nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará, o Brasil produz mais de 800 mil toneladas de batata-doce ao ano, em 60 mil ha, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produtividade média está em torno de 14,5 t/ha. São bons números, considerando-se que produzimos safras de verão, de inverno e da seca, inclusive, mediante irrigação. Entretanto, ainda temos um grande potencial de crescimento, visto que países como Austrália e Senegal mantém suas produtividades médias, próximas de 40 t/ha.

O custo de produção oscila entre R$ 15 mil/ha e R$ 17 mil/ha para lavouras de sequeiro e R$ 20 mil/ha, quando irrigadas, considerando produtividades médias estimadas entre 18 e 22 mil kg/ha. Os preços do produto praticados atualmente nas Centrais de Abastecimentos (Ceasa) no Oeste Paulista, estão variando entre R$ 2,10/kg e R$ 2,40/kg. A rentabilidade da atividade tem se mostrado positiva, porém o preço de comercialização pode variar muito dentre as diversas regiões produtoras, exigindo boa gestão da atividade.

O Banco do Brasil coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e de custeio, para condução das lavouras de batata-doce. Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
Olá, hoje é 30 de janeiro de 2024, meu nome é Barbara Corrêa, Assessora de Agronegócios, na região de São Gotardo-MG, e falaremos hoje sobre a cultura da batata-doce. A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo parte da dieta da maior parcela da população mundial, sendo considerada uma fonte de carboidrato bastante saudável, rica em fibras, proteínas, vitaminas do complexo B, vitamina A, C e diferentes sais minerais. A presença dessas vitaminas fortalece o sistema imunológico enquanto os sais minerais ajudam a controlar a pressão arterial. Além do seu baixo teor de gordura, possui betacaroteno e antocianinas, substâncias que auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce e na saúde da visão. Grande parte do sucesso do cultivo desta raiz se dá pela rusticidade na exigência hídrica e de fertilidade, tolerando baixas precipitações e solos pobres de nutrientes. Contudo, os produtores devem atentar para a escolha de cultivares que se adaptem às condições edafoclimáticas locais e ao nível tecnológico disponível, bem como às exigências do mercado consumidor. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a África detém a maior área de cultivo do mundo, quase 58% do total, seguido pela Ásia, com 37%. Contudo, a maior produção se concentra na China, com mais de 7,5 milhões de toneladas anuais. Com metade da produção concentrada nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará, o Brasil produz mais de 800 mil toneladas de batata-doce ao ano, em 60 mil ha, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produtividade média está em torno de 14,5 t/ha. São bons números, considerando-se que produzimos safras de verão, de inverno e da seca, inclusive, mediante irrigação. Entretanto, ainda temos um grande potencial de crescimento, visto que países como Austrália e Senegal mantém suas produtividades médias, próximas de 40 t/ha. O custo de produção oscila entre R$ 15 mil/ha e R$ 17 mil/ha para lavouras de sequeiro e R$ 20 mil/ha, quando irrigadas, considerando produtividades médias estimadas entre 18 e 22 mil kg/ha. Os preços do produto praticados atualmente nas Centrais de Abastecimentos (Ceasa) no Oeste Paulista, estão variando entre R$ 2,10/kg e R$ 2,40/kg. A rentabilidade da atividade tem se mostrado positiva, porém o preço de comercialização pode variar muito dentre as diversas regiões produtoras, exigindo boa gestão da atividade. O Banco do Brasil coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e de custeio, para condução das lavouras de batata-doce. Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima! leggi di più leggi meno

3 mesi fa #agricultura, #agro, #agronegocio, #bancodobrasil, #batata, #batatadoce, #bataticultura, #bb, #broto, #cenário, #comercialização, #cultivo, #lavoura, #mercado, #plantação, #preço, #produção, #safra