4 SET 2026 · No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa os principais fatores que influenciam o mercado da soja. A volatilidade em Chicago, as condições das lavouras norte-americanas, as expectativas para o próximo relatório do USDA e o início do plantio da safra brasileira 2026/27 estão no radar do mercado.
Destaques do episódio:
🌱 Mercado internacional: a soja em Chicago alcançou máximas não observadas desde 2023, impulsionada pela maior demanda pela soja norte-americana e pelas preocupações com as condições das lavouras.
🌦️ Clima nos EUA: a safra está em fase crítica de formação e enchimento de vagens. As temperaturas elevadas seguem como ponto de atenção, enquanto o USDA reduziu de 60% para 58% a parcela das lavouras em condições boas e excelentes.
📊 USDA: o mercado aguarda o próximo relatório, previsto para 11 de setembro, com possíveis ajustes nas estimativas de safra, oferta, demanda e estoques da oleaginosa.
Safra brasileira: o plantio da safra 2026/27 deve começar a partir da segunda semana de setembro. As previsões indicam chuvas acima da média no Paraná e em áreas do Centro-Oeste, mas os possíveis impactos do El Niño começam a preocupar o mercado.
💵 Preços: o contrato de soja para novembro/26 na CBOT encerrou 02/09 a US$ 13,09/bushel. O indicador CEPEA chegou a R$ 160,99/saca, alta de 10,53% desde o início de agosto, enquanto os prêmios nos portos seguem sustentados.
🛡️ Gestão de risco: diante da volatilidade, o Banco do Brasil oferece mecanismos de hedge, como travamento de câmbio e Opções Agro, contribuindo para maior segurança e previsibilidade no fluxo de caixa e na comercialização da produção.
Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
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