Copertina del podcast

BBCast Agro

  • 22/05/2024 - Cenário do algodão

    22 MAG 2024 · Olá, hoje é quarta-feira, 22 de maio, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso, e falaremos sobre o cenário do algodão.  O mês de maio trouxe a primeira estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA, para a safra 2024/25. O relatório apresentou um aumento de 4,8% na oferta da pluma e de 3% na demanda, quando se compara estes dados com os da safra passada.  A expectativa de aumento de 4% na área de plantio dos Estados Unidos, fez os futuros da pluma, no mercado externo, recuarem para patamares próximos a U$c 77,00/lbp. Precipitações em regiões produtoras estadunidenses ocorreram com certa regularidade neste mês e permitiram o avanço do plantio naquele país.  No Brasil, a colheita iniciou em São Paulo e no Paraná, porém, ela se intensificará a partir da primeira quinzena de julho, quando os maiores estados produtores (Mato Grosso, Bahia, Mato Grosso do Sul e Goiás) avançarem nos trabalhos de campo.  Espera-se que a atual safra brasileira seja uma safra recorde: de acordo com o último boletim da Conab, a produção deverá ser de 3,6 milhões de toneladas, 14% a mais do que a da safra passada. Ressalta-se que este aumento também se deve ao fato da ampliação da área de plantio em 16% em relação à safra anterior. De acordo com a projeção do USDA, as exportações brasileiras poderão se igualar em volume às exportações americanas nesta safra, consolidando o Brasil como fornecedor regular de matéria-prima às indústrias globais, principalmente as asiáticas.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro e o Termo de Moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens, visto a grande volatilidade que o mercado da pluma apresenta. Atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:  -          Novembro/24 com strike entre U$c 0,69 e U$c 0,73/pound. Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    2 min. 15 sec.
  • 21/05/2024 - Cenário da olericultura

    21 MAG 2024 · Olá, hoje é 21 de maio de 2024, meu nome é Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios na região de Uberaba-MG, e falaremos hoje sobre a inserção do cultivo orgânico de hortaliças.   De acordo com vários especialistas, é uma técnica de produção de alimentos que se preocupa em aumentar ou mesmo manter os teores de matéria orgânica no solo antes do cultivo. Diferente do cultivo tradicional, o cultivo de orgânicos não utiliza defensivos e fertilizantes sintéticos, tanto para nutrição da planta, quanto no controle de doenças e pragas.   A agricultura orgânica também tem grande preocupação com o uso da água, por isso foge de métodos comuns de irrigação, preferindo técnicas como o gotejamento e outras que levam em conta a realidade da topografia e das práticas culturais locais.   Citado pela Embrapa, a Lei Federal 10.831 de 23 de dezembro 2003, a produção denominada orgânica, é fruto do conjunto das agriculturas de base ecológica que busca conciliar autonomia alimentar e renda, com o respeito aos limites do meio natural ou ecológico, se propõe a resgatar e a redefinir o patrimônio cultural das comunidades locais, orientando a produção para múltiplos mercados que inclui formas inovadoras de relação entre produtores e consumidores.      Tecnologias vinculadas ao modelo convencional de agricultura, com base no uso de agroquímicos, impulsionam fortemente a produção de hortaliças, mas podem apresentar problemas quanto à sanidade dos produtos, à qualidade de vida dos produtores e à conservação da biodiversidade. A horticultura orgânica, por sua vez, elimina os riscos provenientes do uso de defensivos e contribui para a sustentabilidade do meio ambiente, dispondo de soluções para driblar as limitações existentes em termos de nutrição vegetal e controle de fitoparasitas.   Conforme alguns pesquisadores da Embrapa, o Brasil possui área agriculturável superior a 351 milhões de hectares, porém somente 1,2 milhões de hectares são destinados ao cultivo de produtos orgânicos, representando menos de 0,5% da área total agriculturável.   Dados do Ministério da Agricultura indicam que existem em torno de 25 mil produtores no CADASTRO NACIONAL DE PRODUTORES ORGÂNICOS. Esse número mais do que triplicou em uma década. Em 2012, havia no país quase 5900 produtores registrados. Dentro desses dados, estão os cultivos de Olerícolas, onde, muitas das vezes, se encontram integrados à outras lavouras.   O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos clientes linhas de crédito de custeio e investimentos relacionadas a produção orgânica das mais diversas hortaliças.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    2 min. 59 sec.
  • 20/05/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro

    20 MAG 2024 · Olá! Hoje é segunda-feira, 20 de maio de 2024, sou Fabíola Lira, e estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.    Iniciando com a soja, espera-se que O mercado siga mantendo as atenções no plantio dos EUA, com previsões climáticas desfavoráveis para os próximos dias, por excesso de chuvas, no meio oeste americano. Processará ainda, os dados divulgados pelo relatório de oferta e demanda do USDA, principalmente, os números preliminares, referentes à Safra Americana 24/25.  Na América do Sul, dois pontos ainda deverão estar no radar dos players, as inundações no RS, com expectativa de divulgação dos números com as perdas na soja e os impactos causados pelas greves na Argentina. No fundamento clima, a NOAA, para os próximos 15 dias, prevê chuvas mais volumosas para o meio oeste americano. Já no Brasil, segue a previsão de chuvas volumosas para o centro norte do RS para a próxima semana e, no restante do país, condições características de outono, com clima seco. Diante dos dados apontados pelo USDA, do clima norte-americano, da proximidade da finalização da colheita Sul-Americana, as incertezas quanto aos números da safra do RS, somado à demanda externa para a América do Sul, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto e médio prazos.   No tocante ao milho, A previsão climática para os próximos dias nos Estados Unidos aponta para chuvas pouco acima da normalidade do período na maior parte do Cinturão de Milho. No Oeste, bons volumes de chuvas podem atrasar o plantio. Em seu relatório de progresso de safra, publicado no último dia 13/05, o USDA indicou que a semeadura americana chegou à 49% da área total, um avanço de treze pontos percentuais em relação à semana anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, a semeadura nesta safra está onze pontos percentuais menor. A Bolsa de Cereais da Argentina informou, em publicação no último dia 16/05, que a colheita no país atingiu 25,4%, estando 8,3% abaixo da média dos últimos cinco anos. O órgão destaca que o excesso de umidade tem dificultado os trabalhos de campo, e manteve a estimativa de produção em 46,5 milhões de toneladas. Contrapondo a Bolsa de Cereais, o USDA neste mês indicou produção de 53 milhões de toneladas. No Brasil, tempo seco para os próximos dias na região central e chuvas no Sul podem continuar dando suporte aos preços no mercado doméstico.       Para o café, destaca-se que,  Com a volta das chuvas nas principais regiões vietnamitas produtoras de robusta, ainda se mantém dúvidas quanto à recuperação efetiva da produção para a safra 2024/25; A redução e previsão de manutenção de menor volume de chuvas nas principais regiões produtoras brasileiras têm favorecido um ritmo mais acelerado das colheitas, possibilitando aos produtores aproveitarem os bons preços atuais no mercado físico, mesmo com as sucessivas quedas na última semana; Assim como nos relatos de quebra de rendimento no beneficiamento do café conilon no Brasil, há esta expectativa negativa em relação ao rendimento do arábica brasileiro, em função do clima desfavorável no período inicial de formação dos grãos no último trimestre de 2023, já correndo apontamentos em relação a peneira menor, que afeta o rendimento dos grãos; Apesar de fundamentos mais consistentes que podem afetar a relação oferta/demanda, menor produtividade com o avanço da colheita no Brasil, os preços têm sido influenciados por movimentos especulativos financeiros e especulações sobre o clima nas regiões produtoras. Fatores que devem seguir direcionando cotações na semana. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos de estoques externos inferiores ao volume armazenado dos últimos anos, destacando a manutenção de consumo aquecido, considera-se perspectiva de lateralidade e volatilidade nos preços.   Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que: O final do período chuvoso e a alta temperatura, principalmente no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, contribuem para a perda do vigor das pastagens, o que dificulta a manutenção do gado no pasto. Com isso, a tendência é de crescer a oferta de animais. O descarte de fêmeas continua. Assim, com o aumento da oferta de animais, a tendência é de enfraquecimento na cotação do boi gordo nos próximos meses. Para o primeiro giro do confinamento, os pecuaristas devem se atentar aos custos de produção, principalmente o preço do animal de reposição, e à aquisição de insumos. Estes itens representam cerca de 65% e 30% no custo total da atividade, respectivamente. Para mitigar o risco da atividade, sugere-se a utilização de ferramentas de trava de preço, como o contrato a termo, e as opções, por exemplo. Com escala de abate confortável no curto prazo, os frigoríficos devem pressionar negativamente o preço do boi gordo.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    6 min. 49 sec.
  • 17/05/2024 - Cenário da soja

    17 MAG 2024 · Olá, hoje é sexta-feira 17 de maio de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de  Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja. Segundo a CONAB, a colheita no Brasil alcançou 95,6% da área cultivada, sendo o RS e  MA os Estados com menor índice de colheita, 79% o RS e 75% MA. Já na produtividade,  o órgão informa uma pequena redução para 3.229 Kg/ha. Houve também atualização da  área de plantio para 45,733 milhões ha. Isso elevou a expectativa de produção total para  147,684 milhões de toneladas. O contrato de soja na CBOT com vencimento em julho/24 encerrou o dia 15/05 cotado  a US$ 12,13/bushel, (11,70 em 01/05), apresentando alta de 3,6% em relação ao  observado no início de maio, quando era cotado a US$ 11,70/bushel. Conforme relatório  do USDA, a expectativa de produção nos EUA para a safra 24/25, é de 121,11 milhões  de toneladas, alta de 6,83% em relação à safra anterior. A estimativa de área plantio é de  34,64 milhões ha, com elevação de 3,48% em relação ao ano passado. O plantio da soja  Norte Americana, alcançou 35% no dia 12/05, ritmo 10% menor que no mesmo período  da safra passada. O indicador CEPEA em 15/05 foi cotado a R$ 135,51/saca, (129,95 em 02/05) apresentando alta de 5 % em relação ao início do mês. O prêmio dos portos permanece U$ 0,30/Bushel para julho/2024.  No RS, permanecem as condições climáticas adversas que impedem o avanço da colheita  e quantificação das perdas, tanto nas áreas a serem colhidas quanto nos grãos já  armazenados em silos afetados pela enchente. As rodovias foram bastante  comprometidas, dificultando a logística da transporte. Segundo dados da Bolsa de Cereales Argentina, o trabalho de colheita segue avançando com clima favorável, alcançando 47,8% da área em 08/05. Seguem preocupações quanto  às greves trabalhistas no país que afetam a indústria e a logística.  Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar  oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza as Opções  Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT,  com vencimento em: - jun/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,76 e U$ 12,02/bushel e - jul/24 com strike entre U$ 10,38 e U$ 12,00/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB,  acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do  Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min. 10 sec.
  • 16/05/2024 - Cenário do leite

    16 MAG 2024 · Olá, hoje é 16 de maio de 2024, meu nome é ROSSANA MARIA CLAUDIA, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista (BA) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Leite.   De acordo com o CEPEA, depois de perder valor por seis meses consecutivos, o preço do leite captado em março subiu 4,2% na “Média Brasil”, chegando a R$ 2,33/L. Esse valor é cerca de 17% menor que o registrado em março de 2023.   Após sucessivas quedas na cotação do leite pago ao produtor, desde maio de 2023, os Conseleites do Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, sinalizam reação nos preços pagos pelo litro de leite que será entregue durante o mês de maio de 2024. A redução da captação de leite, causada pela sazonalidade, proporciona condições para a recuperação de preços.   Porém, tanto a demanda estagnada quanto as importações elevadas, tendem a equilibrar a pressão altista dos preços. Pesquisas ainda em andamento no Cepea indicam que esse cenário altista deve permanecer, pelo menos, até o meio do ano de 2024, em razão da menor produção.   Segundo a EMBRAPA, em março de 2024, ocorreu uma redução de, 5,5% nos custos em relação a março de 2023, sendo que o item concentrado apresentou retração de 4,1 % em relação ao mês anterior.   Dados da Secex indicam que as importações de abril de 2024 foram de 17.400 mil toneladas de produtos lácteos, volume 19% maior que o de abril de 2023.   O valor do Leite em abril para o Rio Grande do Sul estava projetado em R$ 2,30/L, mas, poderá sofrer alterações em razão das enchentes.   Diante deste cenário, o produtor de leite deve buscar uma melhor gestão dos custos dentro da porteira e pode contar com o BB Opções Agropecuárias para assegurar um planejamento e gestão dos seus custos de produção através de contratos de CALL para Milho, por exemplo.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    3 min. 2 sec.
  • 15/05/2024 - Cenário do café Conilon

    15 MAG 2024 · Olá, hoje é quarta-feira, 15 de maio de 2024, me chamo Gildenize Barbosa, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares ES e vamos falar sobre o cenário do CAFÉ CONILON.  Com o andamento da colheita do café conilon nas principais regiões produtoras, há uma expectativa geral de uma boa safra, algumas áreas estão enfrentando problemas com a desuniformidade e redução no peso dos grãos, causadas principalmente pelas altas temperaturas registradas no período de florada, entre setembro e dezembro do ano passado, e com ataque de cochonilha, afetando a produtividade nessas áreas.  O aumento da utilização dos métodos de colheita mecanizada e semimecanizada, vem reduzindo a dependência da mão de obra, um desafio histórico para o setor. No cenário global, foi reportada a informação de que houve uma queda de preços no café no Vietnã nas últimas semanas, essa redução é atribuída, principalmente, ao aumento das chuvas na região.  Com a previsão inicial de redução na produção, e com os estoques baixos nos países consumidores e produtores, vem aumentando a demanda pelo café brasileiro, que, apesar da volatilidade nos preços, ainda mantém uma posição competitiva no mercado externo. Na bolsa de Londres, os preços do café conilon após sucessivas baixas na última semana, tiveram um pequeno avanço na última segunda-feira 13/05, com o contrato de julho de 2024 registrando alta de US$40 por tonelada, chegando a US$3.480.  O mercado se mantém atento aos acontecimentos na Ásia, enquanto a volatilidade dos preços permanece, devido as questões logísticas e climáticas que afetam a produção e a distribuição do café globalmente. No mercado interno, os preços tiveram queda na última semana, com o café tipo 7 no valor de R$920,00 por saca de 60kg na COOABRIEL. Diante desse panorama, é fundamental que os produtores acompanhem de perto o mercado do café. Recomenda-se o uso de mecanismos de proteção disponíveis para aproveitar a volatilidade dos preços, o que pode oferecer alguma estabilidade em meio a um cenário desafiador.  O Banco do Brasil está sempre ao lado do produtor rural, atendendo a todas as necessidades da sua propriedade. Como linhas de crédito de custeio para manutenção e manejo da safra em andamento e da próxima safra.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min. 8 sec.
  • 14/05/2024 - Cenário da Fruticultura - Baru

    14 MAG 2024 · Olá, hoje é 14 de maio de 2024, meu nome é Ana Paula, sou Assessora de Agronegócios na Plataforma Brasília, e hoje falaremos sobre o Baru. Originária do Brasil, a planta Baru é adaptada às condições específicas do cerrado, resistindo a períodos de seca e apresentando alta produtividade. Estudos demonstram excepcional valor nutricional das sementes, com altos teores de proteínas, fibras e antioxidantes. É nativa no bioma cerrado, sendo usada na complementação da renda das famílias que a exploram.  É conhecido por esse nome nos Estados de Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Distrito Federal, mas possui outros nomes, tais como: barujó, castanha-de-burro, castanha-de-ferro e fruta-de-macaco, por exemplo.   É uma espécie promissora que favorece várias aplicações. A madeira é utilizada na construção de cercas e na construção civil. A polpa e sementes são comestíveis, ricas em calorias e sais minerais, podendo substituir a castanha de caju, amendoim ou nozes, em qualquer receita. Pode ser utilizada na alimentação do gado, durante a seca, além de favorecer abrigo para esses animais, manutenção nutricional dos solos e qualidade das pastagens, visto que as folhas promovem a manutenção da matéria orgânica e entregam nutrientes ao solo.   Os frutos são apreciados por diversos animais silvestres, além das flores serem visitadas por abelhas, as quais prestam serviço ambiental de polinização. A semente produz um óleo semelhante ao azeite de oliva, empregado como antirreumático, além de propriedades funcionais e cosméticas, de grande utilização nas indústrias alimentícias e farmacêuticas.   As cidades turísticas de Pirenópolis (GO) e Alto Paraíso (GO) possuem mercado consumidor potencial, em decorrência do turismo. A amêndoa é comercializada em feiras regionais de produtos do Cerrado ou de produtos naturais, em capitais como Goiânia e Brasília. A possibilidade de crescimento do consumo é promissora em conjunto com a expansão da indústria do ecoturismo, naquela região, além da demanda por produtos nativos e de sabor exótico ser crescente no mercado interno e externo.   A cadeia produtiva do baru e os canais de comercialização são determinados diretamente pela forma como o fruto é vendido: fruto in natura, amêndoa crua, amêndoa torrada, óleo, farinha e outros subprodutos que a medida que passam por processos de beneficiamento, agregam valor.   Embora haja um crescente interesse na planta Baru, devido às suas propriedades nutricionais e econômicas, oportunidades de mercado em setores como alimentos saudáveis, cosméticos naturais e agricultura sustentável, existem desafios a serem enfrentados, visto atividade ser recente e carecer de estudos que identifiquem a viabilidade econômica ao produtor.    O Baru representa uma valiosa oportunidade para o Brasil, tanto em termos de segurança alimentar, quanto de desenvolvimento econômico. Sua versatilidade e potencial nutricional fazem dessa árvore uma candidata promissora para impulsionar a agricultura e o mercado de produtos naturais.   O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos clientes linhas de crédito de custeio e investimentos que podem ser relacionadas à cultura do baru.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    4 min. 10 sec.
  • 13/05/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro

    13 MAG 2024 · Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de maio de 2024, sou Fabíola Lira e estou Assessora de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.    Iniciando com a soja, espera-se que O mercado mantenha as atenções no andamento do plantio nos EUA, com previsões climáticas desfavoráveis para os próximos dias, com excesso de chuvas, no centro sul do cinturão agrícola no meio oeste americano e, processe ainda, os dados divulgados pelo relatório de oferta e demanda do USDA, principalmente, os números preliminares, referentes à Safra 24/25 nos EUA, BRA e ARG.  Na américa do Sul, dois pontos ainda deverão estar no radar dos players, as inundações no RS, com expectativa de divulgação dos números com as perdas na soja e as incertezas quanto ao andamento das greves na Argentina. No fundamento clima, a NOAA, para os próximos 7 dias, prevê chuvas mais volumosas para a parte sul do meio oeste americano. Já no Brasil, segue a previsão de chuvas volumosas no RS, podendo chegar a 100 mm, e clima seco na parte central do país. Diante do menor crescimento de área apontado pelo relatório do USDA para a safra nos EUA, somado à demanda externa para a América do Sul, em função da maior oferta do grão com a proximidade da finalização da colheita no BRA e o avanço na ARG, o mercado interno deverá manter a estabilidade das cotações no curto e médio prazos.     No tocante ao milho, Em seu relatório de progresso de safra, publicado na segunda (06/05), o USDA indicou que o plantio de milho estadunidense chegou à 36% da área total, um avanço de nove pontos percentuais em relação à semana anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, a semeadura nesta safra está seis pontos percentuais menor. A previsão climática para os próximos dias no país aponta para temperaturas acima da normalidade e bons volumes de chuvas, o que pode manter o ritmo de plantio americano menor em relação à safra passada, entretanto as chuvas são benéficas para as lavouras já instaladas. No Brasil, a Conab, em acompanhamento de safra publicado no dia 06/05, indicou média restrição para as lavouras no RS, por excesso de chuvas e baixa restrição na região central pela falta de chuvas. A meteorologia indica grandes volumes de chuvas para o RS, o que nesse momento é prejudicial para o milho que ainda resta ser colhido. Para os demais estados que produzem o milho 2ª safra, o volume previsto é baixo, o que pode manter os preços com viés de alta.   Para o café, destaca-se que, Embora haja previsão de chuvas para as principais regiões produtoras de robusta vietnamita, se mantém dúvida quando a recuperação efetiva da produção para 2024/25. A previsão de menor volume de chuvas nas principais regiões produtoras brasileiras e altas temperaturas, têm favorecido um ritmo mais acelerado das colheitas, principalmente possibilitando aos produtores aproveitarem os bons preços atuais no mercado físico. Vale destacar que, assim como nos relatos do café conilon brasileiro sobre quebra de rendimento no beneficiamento, há esta expectativa negativa em relação ao arábica brasileiro, em função do clima desfavorável no período inicial de formação dos grãos no último trimestre de 2023; Os preços têm sido mais influenciados por movimentos especulativos financeiros do que por mudanças nos fundamentos do mercado; Diante dos argumentos elencados relacionados a clima, especulações, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção nos preços.   Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que:   Em abril/24, segundo os dados do Imea, o preço da arroba do boi gordo brasileiro foi o menor dentre os principais países produtores, reflexo da alta disponibilidade de animais. Em Mato Grosso, o animal terminado ficou cotado em US$ 40,35/@ no mês passado, enquanto a arroba de São Paulo atingiu, em média, US$ 44,96/@, o que significou uma redução de 1,52% e 3,83%, respectivamente, em relação aos valores de março/24. O boi gordo norte-americano ficou cotado a US$ 108,80/@.  À medida que nos aproximamos do período mais seco, com a transição do outono para o inverno, espera-se que as condições das pastagens piorem. Em algumas áreas, a escassez de chuvas já afeta a capacidade do pecuarista de manter o gado no pasto. Assim, a tendência é de que a indústria pressione negativamente o preço do boi gordo durante este período. A primeira quinzena do mês gera otimismo quanto ao aumento do consumo de carne bovina no mercado doméstico, devido ao pagamento de salários.  E com a comemoração do dia das mães, espera-se que o consumo seja maior, ocasionando, uma reposição mais intensa ao longo de toda a cadeia produtiva. Durante a semana anterior foram evidenciadas oscilações nos contratos futuros do boi gordo.  Os produtores devem aproveitar as janelas de oportunidade no mercado futuro para mitigar riscos, com o objetivo de garantir margem de lucro na atividade.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    6 min. 51 sec.
  • 10/05/2024 - Cenário do milho

    10 MAG 2024 · Olá, hoje é sexta-feira, 10 de maio de 2024, meu nome é Paulo Dullius, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ijuí – Rio Grande do Sul e vamos conversar sobre o cenário do milho.     Os futuros no mercado externo se movimentaram positivamente nos últimos dias. Como fundamentos para o viés de alta, estão a desaceleração do plantio do cereal nos Estados Unidos, as enchentes em solo brasileiro, que estão afetando o Rio Grande do Sul e a produção na Argentina com problemas climáticos e ataques de pragas, além dos rumores de greves.   De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, USDA, em publicação no dia 06 de maio, o plantio de milho americano chegou a 36% da área total, estando seis pontos percentuais abaixo do ritmo apresentado no mesmo período do ano passado. O contrato na Bolsa de Chicago, referência Julho/24, encerrou o dia 08 de maio cotado a U$4,60/bushel, alta na semana, superior a 1% se comparada a 30 de abril passado, quando a cotação fechou em U$4,46/bushel.   Nesta sexta-feira, o órgão divulgará, às 14 horas de Brasília, seu relatório de oferta e demanda de grãos referente a este mês. Com a divulgação, o mercado poderá apresentar volatilidade, uma vez que a publicação indicará as perspectivas para as safras globais 2024/25.   No Brasil, as cotações, tanto no mercado físico como nos futuros na B3, começaram a reagir e apresentaram alta na última semana. Além das valorizações no mercado externo, internamente a reação veio das enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul, que ainda não finalizou a colheita do milho 1ª safra, e do tempo quente e seco em importantes regiões produtoras da 2ª safra, especialmente no Paraná e Mato Grosso do Sul.   O indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou a quarta-feira dia 08, precificado a R$ 58,10 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e as suas margens.   Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:   - setembro/24, com strike/preço garantido entre R$ 57,97 e R$ 61,13 por saca, e - novembro/24, com strike entre R$ 60,23 e R$ 63,60 por saca.   Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB > Menu Agro.   Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.   Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    3 min. 43 sec.
  • 09/05/2024 - Cenário do boi gordo

    9 MAG 2024 · Olá, hoje é 9 de maio de 2024, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé (RS) e hoje vamos falar sobre o cenário da Pecuária de Corte.   Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas cerca de 204 mil toneladas de carne bovina in natura em 20 dias úteis do mês de abril de 2024. No ano anterior, o volume total exportado no mês foi próximo de 110 mil toneladas. Mas, o preço médio da tonelada foi de US$ 4.529, uma queda de 5 % em relação ao mesmo período do ano passado.  No curto prazo, parte dos frigoríficos mantiveram os níveis de compra estáveis, o que proporciona uma escala de abate confortável, preenchida em até 10 dias. O mercado físico do boi gordo apresentou pouca fluidez. Diante disso a reposição entre o varejo e o atacado seguiu lenta, com pouca movimentação de preços. No dia 7 de maio de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 233,15, com baixa de 0,26% no dia. Na B3, os contratos futuros de junho e julho de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 229,30 e R$ 233,45 a arroba, respectivamente. Para o 2º semestre de 2024, a tendência é de boa oferta de animais, principalmente de fêmeas. O final do período chuvoso no centro-norte brasileiro prejudicou o desenvolvimento das pastagens e poderá resultar em uma maior quantidade de descarte das matrizes que saírem vazias da estação de monta. No Rio Grande do Sul, devido às fortes chuvas que afetaram a logística no estado na última semana, as escalas de abate sofreram forte impacto.  As dificuldades de carregamento e transporte dos animais, por causa da queda de pontes, e a extrema dificuldade de trânsito nas estradas do interior estão causando prejuízos de toda ordem. Entretanto, os preços seguiram firmes no mercado físico.  A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preços é fundamental para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro. Atualmente temos opções de venda – Put, referenciadas na B3, com vencimento em:    -          agosto/24 com strike entre R$ 231,00 e 239,50/@.  Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Até a próxima!  
    3 min. 30 sec.

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura específica. Acompanhe!
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