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Olá, hoje é 27 de fevereiro de 2024, meu nome é José Claudio, Assessor de Agronegócios, na região de Brasília-DF, e falaremos hoje sobre hortaliças minimamente processadas.

As hortaliças minimamente processadas (HMP) consistem em vegetais frescos que passam por processos de seleção, lavagem, descascamento, corte, sanitização e embalagem, ficando prontos para o consumo. Segundo a EMBRAPA na década de 1930 já eram comercializadas saladas embaladas nos Estados Unidos da América. As hortaliças minimamente processadas chegaram ao Brasil na década de 1970 com as redes de fast-food e o crescimento do consumo de alimentos semiprocessados.

Conforme o SEBRAE e a EMBRAPA o consumo de HMP está em expansão, principalmente em supermercados e redes varejistas que procuram marcas associadas com qualidade, quantidade, sabor, higiene e saúde. Segundo o Hortifruti/CEPEA a diferença de preços entre hortaliças “in natura” na roça, e as minimamente processadas nas gôndolas de supermercado atingem 10 vezes seu valor original.

Através de pesquisa e desenvolvimento, a cadeia do agronegócio de alimentos frescos e saudáveis garante o sucesso de levar folhas, raízes, legumes e inflorescências minimamente processadas para o consumidor. Conserva suas propriedades naturais originais, sanitiza, facilita o manuseio, e a disponibilidade. Favorece também o aproveitamento total para comercialização e abastece bancos de alimentos fomentados por programas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), incentivando também o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

O fornecimento diário de HMP deve ser orientado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), governos estaduais e municipais, através dos regulamentos presentes nos manuais de Boas Práticas Agrícolas e de Boas Práticas de Manipulação, e Procedimentos Operacionais Padronizados. Além disso, a rastreabilidade das hortaliças minimamente processadas assegura o consumo de alimentos sadios, higienizados, saborosos, naturais, e ausentes de toxinas, patógenos e materiais nocivos. Os agricultores ao entenderem as necessidades dos consumidores, melhoram seus métodos de produção, diminuem desperdícios e agregam valor aos seus produtos, aumentando as suas receitas. Essa colaboração direta beneficia ambos os lados, proporcionando uma cadeia produtiva mais eficiente, rentável e sustentável.

O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos, para estruturas de produção de diversas hortaliças minimamente processadas.

Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
Olá, hoje é 27 de fevereiro de 2024, meu nome é José Claudio, Assessor de Agronegócios, na região de Brasília-DF, e falaremos hoje sobre hortaliças minimamente processadas . As hortaliças minimamente processadas (HMP) consistem em vegetais frescos que passam por processos de seleção, lavagem, descascamento, corte, sanitização e embalagem, ficando prontos para o consumo. Segundo a EMBRAPA na década de 1930 já eram comercializadas saladas embaladas nos Estados Unidos da América. As hortaliças minimamente processadas chegaram ao Brasil na década de 1970 com as redes de fast-food e o crescimento do consumo de alimentos semiprocessados. Conforme o SEBRAE e a EMBRAPA o consumo de HMP está em expansão, principalmente em supermercados e redes varejistas que procuram marcas associadas com qualidade, quantidade, sabor, higiene e saúde. Segundo o Hortifruti/CEPEA a diferença de preços entre hortaliças “in natura” na roça, e as minimamente processadas nas gôndolas de supermercado atingem 10 vezes seu valor original. Através de pesquisa e desenvolvimento, a cadeia do agronegócio de alimentos frescos e saudáveis garante o sucesso de levar folhas, raízes, legumes e inflorescências minimamente processadas para o consumidor. Conserva suas propriedades naturais originais, sanitiza, facilita o manuseio, e a disponibilidade. Favorece também o aproveitamento total para comercialização e abastece bancos de alimentos fomentados por programas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), incentivando também o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O fornecimento diário de HMP deve ser orientado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), governos estaduais e municipais, através dos regulamentos presentes nos manuais de Boas Práticas Agrícolas e de Boas Práticas de Manipulação, e Procedimentos Operacionais Padronizados. Além disso, a rastreabilidade das hortaliças minimamente processadas assegura o consumo de alimentos sadios, higienizados, saborosos, naturais, e ausentes de toxinas, patógenos e materiais nocivos. Os agricultores ao entenderem as necessidades dos consumidores, melhoram seus métodos de produção, diminuem desperdícios e agregam valor aos seus produtos, aumentando as suas receitas. Essa colaboração direta beneficia ambos os lados, proporcionando uma cadeia produtiva mais eficiente, rentável e sustentável. O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos, para estruturas de produção de diversas hortaliças minimamente processadas. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima. leggi di più leggi meno

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