10 gen 2024 · 3 min. 12 sec.

Olá, hoje é quarta-feira, 10 de janeiro de 2024, meu nome é THIAGO TOSCANO, Assessor de Agronegócios em Santa Catarina e falaremos sobre uma modalidade de pesca de camarões marinhos....

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Olá, hoje é quarta-feira, 10 de janeiro de 2024, meu nome é THIAGO TOSCANO, Assessor de Agronegócios em Santa Catarina e falaremos sobre uma modalidade de pesca de camarões marinhos.

Na região sul de Santa Catarina, em um conjunto de lagoas denominada Complexo Lagunar Sul, existem mais de 70 comunidades pesqueiras vivendo da pesca artesanal, capturando em maior volume, as espécies Penaeus paulensis e Penaeus brasiliensis, mais conhecidas como “Camarão-Rosa”.

Esta região possui 9 lagoas relativamente grandes. Algumas delas são exploradas pelos pescadores de camarão-rosa, através de uma arte de pesca iniciada em 1973, curiosamente denominada “rede de aviãozinho”.

De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri, este “aviãozinho” pode ser descrito como uma armadilha fixa, em formato de funil, estruturada por aros de arames galvanizados que sustentam tecidos. Este apetrecho, apresenta um formato que lembra um avião, por isto, o nome curioso. É fixado no fundo da lagoa por estacas de bambu, formando uma espécie de rede de pesca que se somam a outras unidades, dispondo-se em formato de roseta ao redor de uma fonte luminosa de energia que, essencialmente, se encontra na ponta do funil, caracterizando um “ponto de pesca”. Esta fonte luminosa atrai o camarão para a entrada dos aros de arames até o final do funil, ficando aprisionado nos tecidos.

Na tentativa de regulamentar este tipo de arte de pesca, após debates entre comunidades pesqueiras, pesquisadores, Governo Estadual e Federal, a Epagri propôs que fossem emitidas para cada pescador, Autorizações ou Cessões de Uso caracterizando a quantidade de redes de aviõezinhos e a área máxima de atuação para cada pescador autorizado, variando conforme a lagoa em que ele obtiver Cessão.

Desta forma, espera-se reduzir impactos ambientais devido ao uso desordenado e permitir que os pescadores possam extrair quantidade de camarões suficientes para sustentarem suas famílias dentro do Complexo Lagunar.

Ainda, tendo em vista a preservação da fauna, o IBAMA proíbe a pesca de camarão em região lagunar entre as datas de 15 de julho a 15 de novembro de cada ano, funcionando como um período de defeso em que não se podem manter os “aviõezinhos” nos pontos de pescas das lagoas.

O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos pescadores, linha de crédito de custeio da pesca de camarão e de pescados diversos, além de investimentos para aquisição de apetrechos de pesca, reformas de embarcações e construções de galpões de resfriamento dos produtos a serem comercializados, além de outros créditos como a CPR de Camarão Beneficiado ou Resfriado.

Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!.
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Autore Broto
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