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Podcast sobre história, cultura, folclore, poesia e música regional do Sul do Brasil
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25 OTT 2026 · Muito antes das primeiras levas de imigrantes subirem a Serra Gaúcha, os povos indígenas já habitavam seus campos e florestas.
Depois vieram jesuítas, rebanhos missioneiros, os primeiros estancieiros e os tropeiros que abriram caminhos pelos Campos de Cima da Serra, ligando o Rio Grande aos mercados de São Paulo.
Vacaria, Bom Jesus e São Francisco de Paula guardam as marcas desse passado biriva.
No século XIX, a chegada dos imigrantes alemães e, a partir de 1875, dos italianos transformou profundamente a região. Surgiram colônias, lavouras, vinhedos, povoados e cidades que se tornariam importantes centros industriais e culturais.
Neste episódio da Confraria do Tropeiro, vamos percorrer essa história, resgatando personagens, datas e acontecimentos que explicam a formação da Serra Gaúcha.
Venha ouvir um programa onde a tradição campeira e a herança dos imigrantes se encontram nos caminhos da história.
Venha ouvir, a colonização da Serra Gaúcha.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Imigrante
De Osmar Ransolin
Por Osmar Ransolin e Kayke Mello
Os Imigrantes
De Hermes Lopes e Juliano Moreno
Por Juliano Moreno
Coração Italiano
De Salvador Lamberty e Walther Morais
Por Walther Morais
Caminhos do Jaguarí
De Mauro Ferreira, Cláudio Lena e Luiz Bastos
Por César Passarinho
Serrano sim senhor
De Flori Wegher, Glênio Vieira e Jauro Von Gehlen
Por Os Serranos
Cancioneiro das Coxilhas
De Honeyde Bertussi e Adelar Bertussi
Por César Oliveira & Rogério Melo
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
16 OTT 2026 · Uma ordem de cavaleiros nascida das ruínas dos Templários.
Uma cruz que deixou as fortalezas de Portugal para atravessar os oceanos nas velas das caravelas.
E uma história que, séculos depois, alcançaria os caminhos de tropas do Sul do Brasil.
Fundada em 1319, por iniciativa do rei D. Dinis, a Ordem de Cristo esteve ligada às grandes navegações portuguesas, às expedições do infante D. Henrique e à chegada da armada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil.
Mas qual seria a relação dessa antiga instituição da cavalaria com os homens que abriram estradas, fundaram povoações e combateram nas fronteiras meridionais?
Venha ouvir essa extraordinária trajetória, que segue das fortalezas de Tomar até os campos e caminhos tropeiros do Sul do Brasil.
Venha ouvir, a Ordem dos Cavaleiros de Cristo.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Das Visagens de um Templário
De Rodrigo Canani Medeiros
Por Rodrigo Canani Medeiros e Jader Leal
Pedra do Porto
De Martim César e Marco Aurélio Vasconcellos
Por Marco Aurélio Vasconcellos.
Notícias da Terra Brasilis
De Martim César e Marco Aurélio Vasconcellos
Por Marco Aurélio Vasconcellos
Céus de Castilla y León
De Martim César e Marco Aurélio Vasconcellos
Por Marco Aurélio Vasconcellos
Num velho baú sem chave
De Martim César e Paulo Timm
Por Martim César
Litorâneo
De Chico Saga e Mário Tressoldi
Por Chão de Areia e Índio Rufino
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
9 OTT 2026 · Nos antigos caminhos tropeiros, muitas povoações começaram ao redor de uma capela. Ali se celebravam missas, batizavam crianças, realizavam casamentos e se reuniam famílias de fazendeiros, comerciantes e viajantes.
A devoção acabava marcando o nome e a identidade de uma comunidade.
E os birivas, eram os responsáveis por dar nome e santo para cada localidade dessas.
Foi assim que Nossa Senhora dos Prazeres entrou na história de Lages, Nossa Senhora da Oliveira na de Vacaria e Santo Antônio no credo de antigas povoações gaúchas e paranaenses.
Neste episódio da Confraria do Tropeiro, seguimos os caminhos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná para contar a fundação de oito cidades e descobrir como fé, tropas e estradas se encontraram na formação do nosso Sul.
Venha ouvir um programa que vai percorrer esses caminhos, para conhecer o registro de fundações e devoções da região Sul.
Venha ouvir, santos e padroeiros.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Tropeando
De Colmar Duarte
Por Pedro Júnior da Fontoura e Kayke Mello
Nos Campos do Guarda-Mor
De Osmar Ransolin, Arthur Boscatto e Felipe Silveira
Por Rédea Solta
O Sonho da Nova Póvoa
De Carlos Omar Villela Gomes e Angelo Franco
Por Angelo Franco e Nilton Ferreira
Tropeiro das Lagens
De Iradi Rodrigues e Jones Andrei Vieira
Por Jones Andrei Vieira
Dores do Ofício Tropeiro
De Marcos Eduardo Neto e Lucas Soares
Por Lucas Soares e Daniel Silva
Assovio
Por Daniel Silva e Ricardo Bergha
De Dudi Marafigo, Arthur Costa de Almeida e Gabriel Maculan
Romaria
De Renato Teixeira
Por Walther Morais e Luiz Carlos Borges
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
3 OTT 2026 · As eleições no Brasil nem sempre tiveram a tranquilidade com que atravessamos o dia da votação. Há discussões, provocações, acusações e conflitos nas redes sociais.
A disputa política provoca tensões, separa opiniões e, por vezes, compromete relações. Ainda assim, o eleitor comparece, escolhe seus candidatos e espera que o resultado seja respeitado. Em teoria, quando o Judiciário não intervém para substituir a escolha popular por uma decisão política, a eleição cumpre sua função: estabelecer quem recebeu autorização para governar e quem deverá permanecer na oposição.
Mas nem sempre essa organização democrática foi respeitada.
Houve períodos em que o controle do poder determinava quem podia votar, quais votos seriam reconhecidos e quem acabaria declarado vencedor. A votação acontecia, mas seus resultados podiam ser manipulados por aqueles que comandavam o processo.
Em tempos assim, quando uma eleição era roubada, ou quando os derrotados entendiam que ela havia sido roubada, a reação podia ultrapassar os protestos.
Chefes políticos reuniam seguidores, convocavam combatentes e procuravam resolver pelas armas aquilo que as urnas não haviam encerrado.
O Rio Grande conheceu essas experiências. Governantes foram combatidos por adversários que recusavam sua autoridade. Eleições contestadas alimentaram revoluções. Comandantes que não disputavam cargos tiveram participação na luta para afastar quem governava.
Venha ouvir um programa que conta parte dessa história para você.
Venha ouvir, políticos e caudilhos.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Branco ou Colorado
De Jayme Caetano Braun
Por Jayme Caetano Braun e Lucio Yanel
Milonga de Honório Lemes
De Rodrigo Bauer e Chico Sarat
Por Leopoldo Rassier
Prosa Dos Lenços
De João Pantaleão Leite, Luiz Lanfredi e Chico Brasil
Por Os Monarcas, Cristiano Quevedo e Shana Muller
Milonga Maragata
De Francisco Luzardo e Tiago Cezarino
Por César Oliveira & Rogério Melo
Memorial de um Lenço
De Osmar Ransolin e André Teixeira
Por André Teixeira
Petiço de São Borja
De Jayme Caetano Braun e Joca Martins
Por Joca Martins
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
25 SET 2026 · As guerras não alcançam as pessoas da mesma forma. Para alguns, ela surge numa carga de combate em campo aberto. Para outros, numa trincheira. E para tantos, é a notícia de perda, uma estrada vazia e o partir para o nunca mais.
Entre 1835 e 1845, a guerra tomou campos, povoados e caminhos do sul do Brasil.
Mudou a rotina de famílias.
Ao redor da família de Bento Gonçalves, uma casa se tornou o lugar onde o tempo cristalizou a espera.
Guardando o cotidiano das conversas interrompidas, de pequenas decisões, de lembranças repetidas e planos adiados.
Sete mulheres atravessaram esse cenário.
Cada uma enfrentou a angústia da guerra à sua maneira. Juntas, dividiram o mesmo teto e um destino ligado aos caminhos do conflito.
Demonstrando que a coragem não se prova apenas de lança em punho, mas na palavra dita, no trabalho silencioso, na companhia oferecida e na decisão de seguir adiante por mais um dia.
Esta é uma história de partidas e permanências, de laços postos à prova e de uma família cercada por um tempo difícil. É também a história do Continente em guerra, visto pela janela de um casa de estância.
Venha ouvir a história dessas mulheres que se mantiveram atentas aos rumores do mundo, tentando reconhecer o som de quem regressa.
Venha ouvir, a Casa das Sete Mulheres.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Sou a Mulher do Tropeiro
De Pedro Júnior da Fontoura
Por Liliana Cardoso e Kayke Mello
Sete Vidas
De Marcus Viana
Por Adriana Mezzadri e Marcus Viana
Ciranda do Tempo
De Osmar Ransolin e Kauanny Klein
Por Kauanny Klein
Prenda Minha
De Telmo de Lima Freitas
Por Quarteto Coração de Potro
Pampeanas
De Vaine Darde e Elton Saldanha
Por Bibiana Alves, Fernanda Lopes e Analise Severo
Guerreiras
De Érlon Péricles
Por Maria Alice, Analise Severo, Juliana Spanevello e Shana Müller
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
19 SET 2026 · Vacaria não é apenas uma cidade no alto da serra. É um nome que nasceu no tempo das reduções missioneiras, cresceu no rastro das tropas e encontrou, entre campos e pinhais, uma identidade própria.
Nesta edição da Confraria do Tropeiro, abrimos os caminhos da sua história: a “baqueria” dos jesuítas, as rotas tropeiras, a formação da cidade, os tempos da República, o nascimento do Rodeio Crioulo Internacional e a transformação provocada pelo ciclo da maçã e pela força da pecuária.
No fim da jornada, a história ganha vida, na voz Rafael Ferreira, Luis Alberto Barcellos e Valter Amarante, três Irmãos que nos acolheram com generosidade e amizade, numa noite épica para este tropeiro da cultura.
Venha ouvir um programa sobre um povo e uma gente que fez do passado, a força para continuar construindo o futuro.
Venha ouvir, nos Campos da Vacaria.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
Entrevistados: Rafael Ferreira, Luis Alberto Barcellos e Valter Amarante
POESIAS E MÚSICAS
Canto e registro para quem foi espera
De Osmar Ransolin
Por Osmar Ransolin e Jefferson Monteiro
Do Cimo da Serra
De Diego Muller, João Sampaio e Érlon Péricles
Por Érlon Péricles
O campo invade a cidade
De Rafael Ferreira e Carlos Eduardo Nunes
Por Angelo Franco
Das Vacarias
De Don Arabi Rodrigues e Rodrigo Lucena
Por Adriano Lima
Eu Sou Daqui
De Gujo Teixeira e Marcelo Oliveira
Por Marcelo Oliveira
Rodeio de Vacaria
De Jose Mendes
Por Berenice Azambuja
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
12 SET 2026 · Há 190 anos, em 11 de setembro de 1836, a vitória farroupilha na Batalha do Seival abriu caminho para a Proclamação da República Rio-Grandense.
Um acontecimento que atravessou gerações e permanece vivo na história e na identidade da gente do Sul.
Quase dois séculos depois, um renomado ato brasileiro resolve contar essa história, trazendo aos palcos, ninguém menos que Bento Gonçalves. Pesquisando motivos, fatores e figuras que moldaram a Guerra dos Farrapos, e ajudaram a forjar a identidade do próprio povo gaúcho.
E a Confraria do Tropeiro apresenta em celebração aos 190 anos da Proclamação, uma entrevista histórica com o ator, diretor e historiador John Vaz, contado partes das história de vida, da carreira, e do espetáculo “Bento Gonçalves e a Revolução Farroupilha”.
Nesta conversa especial, vamos conhecer os bastidores da montagem, o trabalho de pesquisa, a construção do personagem e o desafio de representar um dos nomes centrais da Revolução Farroupilha.
Quando a história encontra o teatro, personagens do passado recuperam voz, presença e humanidade.
Venha ouvir John Vaz - revivendo Bento Gonçalves.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Farrapo
De Jayme Caetano Braun
Por Jayme Caetano Braun e Lucio Yanel
Em cada Setembro
De Osmar Ransolin e Cristiano Quevedo
Por Cristiano Quevedo
Hino Rio-Grandense
De Francisco Pinto da Fontoura e Joaquim José Medanha
Por Ernesto Fagundes e Luciano Maia
Coração Farroupilha
De Luiz Coronel e Sérgio Rojas
Por Miro Fagundes
Garibaldi, herói, marujo e gaudério
De Luiz Coronel e Sergio Rojas
Por Leopoldo Rassier
Os cavaleiros da noite
De Antonio Augusto Fagundes
Por Cristiano Quevedo
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
5 SET 2026 · Há vozes que interpretam canções. Que marcam estilos. Que mudam tendências.
E há vozes que acabam se confundindo com a própria identidade de um povo.
Alfredo Zitarrosa foi assim.
Com seu estilo único de interpretação, transformou a milonga, a poesia e as raízes do folclore uruguaio em uma obra capaz de atravessar fronteiras e gerações.
Cantor, compositor, poeta, jornalista e homem profundamente ligado à cultura de sua terra, Zitarrosa fez da música uma forma de memória. Em suas canções estão a campanha uruguaia, o homem simples, o amor, a ausência, a injustiça, o pertencimento e aquela imensa paisagem humana que existe entre o campo e o Rio da Prata.
Sua história também atravessou alguns dos momentos mais difíceis do Uruguai no século XX. E sua voz, mesmo quando tentaram silenciá-la, continuou chegando ao povo.
Nesta edição da Confraria do Tropeiro, fomos a Montevideo para contar em detalhes, a vida e a obra de um dos maiores nomes da música popular latino-americana.
Um programa para compreender o homem, o artista e a força de uma música que se tornou parte da memória coletiva do povo uruguaio.
Venha ouvir, Alfredo Zitarrosa.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Canção para Alfredo
De Hamlet Lima Quintana
Por Confraria do Tropeiro
Milonga de Pelo Largo
De Dino Gastón Ciarlo
Por Alfredo Zitarrosa
Stephanie
De Alfredo Zitarrosa
Por Alfredo Zitarrosa
Candombe del olvido
De Alfredo Zitarrosa e Juan Des Crescenzio
Por Alfredo Zitarrosa
Adagio en mi país
De Alfredo Zitarrosa
Por Alfredo Zitarrosa
A Don José
De Rubén Lena
Por Alfredo Zitarrosa
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
28 AGO 2026 · Folclore é o saber do povo. É a memória que atravessa gerações e permanece viva nas crenças, nos costumes, nas festas, nas danças, nos cantos, nos mitos e nas lendas que ajudam uma comunidade a reconhecer sua própria identidade.
No Rio Grande do Sul, essa memória nasceu de muitos caminhos e de diferentes povos.
Neste episódio vamos conhecer quatro matrizes distintas da manifestação folclórica: o universo tropeiro e biriva das danças do Planalto, a herança luso-ibérica das Cavalhadas, a força da cultura afro-gaúcha preservada no Maçambique de Osório, e a religiosidade popular luso-açoriana dos Ternos de Reis.
Quatro manifestações. Quatro origens.
Quatro formas de preservar uma história que não está apenas nos livros, mas também nos gestos, nos sons, na fé e na memória do povo.
Venha conosco nesta verdadeira viagem pelas tradições que ajudaram a formar a identidade cultural do Rio Grande do Sul.
Venha ouvir, o folclore gaúcho.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Herança
De Apparício Silva Rillo
Por José Henrique Azambuja
Birivas
De Airton Pimentel e Gilberto Carvalho
Por Rui Biriva
Cavalhadas do Sul
De João Lucas Cirne
Por João Lucas Cirne
Um Terno Pela Paz
De Carlos Catuípe, Ivo Ladislau e Mário Tressoldi
Por Chão de Areia e Monycah Ramos
Nega Maçambiqueira / Congado e Paixão / Sou do Morro / São Benedito / Pagando Promessa
De Carlos Catuípe, Kako Xavier e Ivo Ladislau
Por Loma Pereira e Tribo Maçambiqueira
Para um tropeiro de sonhos
De Osmar Ransolin e Quinto Oliveira
Por Jean Kirchoff
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
21 AGO 2026 · Durante séculos, domar um cavalo significou vencê-lo pela força, pelo medo e exaustão.
Até que um treinador californiano escolheu outro caminho: observar, compreender e conquistar a confiança do animal.
Criado entre cavalos, rodeios e métodos tradicionais, Monty Roberts transformou gestos, movimentos e silêncios numa nova maneira de ensinar.
Seu método Join-Up atravessou fronteiras, conquistou multidões e recebeu o reconhecimento até mesmo da Rainha da Inglaterra, provocando uma discussão mundial sobre doma racional, autoridade e respeito aos animais.
Mas quem foi esse homem que afirmava compreender a linguagem dos cavalos? O que havia de técnica, experiência e controvérsia em seu trabalho?
Venha ouvir a história do homem que tornou tudo isso uma ciência. Venha ouvir Monty Roberts, o homem que ouvia cavalos.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Não era só um cavalo
De Osmar Ransolin
Por Confraria do Tropeiro
Cavalo
De Telmo de Lima Freitas
Por Quarteto Coração de Potro
Quando a bota encontra o estribo
De Adriano Alves e Cristian Camargo
Por Juliana Spanevello
Esse cavalo que eu tenho
De João Sampaio e Kiko Goulart
Por Kiko Goulart
O pelo do meu cavalo
De Sérgio Carvalho Pereira e Luiz Marenco
Por Luiz Marenco
Na cruz das rédeas cruzadas
De Henrique Fernandes e Matheus Leal
Por Matheus Leal
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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Informazioni
| Autore | Confraria do Tropeiro |
| Organizzazione | Confraria Tropeiro |
| Categorie | Storia , Documentari |
| Sito | www.tropeiro.com.br |
| confrariatropeiro@gmail.com |
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