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Podcast sobre história, cultura, folclore, poesia e música regional do Sul do Brasil
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5 SET 2026 · Há vozes que interpretam canções. Que marcam estilos. Que mudam tendências.
E há vozes que acabam se confundindo com a própria identidade de um povo.
Alfredo Zitarrosa foi assim.
Com seu estilo único de interpretação, transformou a milonga, a poesia e as raízes do folclore uruguaio em uma obra capaz de atravessar fronteiras e gerações.
Cantor, compositor, poeta, jornalista e homem profundamente ligado à cultura de sua terra, Zitarrosa fez da música uma forma de memória. Em suas canções estão a campanha uruguaia, o homem simples, o amor, a ausência, a injustiça, o pertencimento e aquela imensa paisagem humana que existe entre o campo e o Rio da Prata.
Sua história também atravessou alguns dos momentos mais difíceis do Uruguai no século XX. E sua voz, mesmo quando tentaram silenciá-la, continuou chegando ao povo.
Nesta edição da Confraria do Tropeiro, fomos a Montevideo para contar em detalhes, a vida e a obra de um dos maiores nomes da música popular latino-americana.
Um programa para compreender o homem, o artista e a força de uma música que se tornou parte da memória coletiva do povo uruguaio.
Venha ouvir, Alfredo Zitarrosa.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Canção para Alfredo
De Hamlet Lima Quintana
Por Confraria do Tropeiro
Milonga de Pelo Largo
De Dino Gastón Ciarlo
Por Alfredo Zitarrosa
Stephanie
De Alfredo Zitarrosa
Por Alfredo Zitarrosa
Candombe del olvido
De Alfredo Zitarrosa e Juan Des Crescenzio
Por Alfredo Zitarrosa
Adagio en mi país
De Alfredo Zitarrosa
Por Alfredo Zitarrosa
A Don José
De Rubén Lena
Por Alfredo Zitarrosa
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
28 AGO 2026 · Folclore é o saber do povo. É a memória que atravessa gerações e permanece viva nas crenças, nos costumes, nas festas, nas danças, nos cantos, nos mitos e nas lendas que ajudam uma comunidade a reconhecer sua própria identidade.
No Rio Grande do Sul, essa memória nasceu de muitos caminhos e de diferentes povos.
Neste episódio vamos conhecer quatro matrizes distintas da manifestação folclórica: o universo tropeiro e biriva das danças do Planalto, a herança luso-ibérica das Cavalhadas, a força da cultura afro-gaúcha preservada no Maçambique de Osório, e a religiosidade popular luso-açoriana dos Ternos de Reis.
Quatro manifestações. Quatro origens.
Quatro formas de preservar uma história que não está apenas nos livros, mas também nos gestos, nos sons, na fé e na memória do povo.
Venha conosco nesta verdadeira viagem pelas tradições que ajudaram a formar a identidade cultural do Rio Grande do Sul.
Venha ouvir, o folclore gaúcho.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Herança
De Apparício Silva Rillo
Por José Henrique Azambuja
Birivas
De Airton Pimentel e Gilberto Carvalho
Por Rui Biriva
Cavalhadas do Sul
De João Lucas Cirne
Por João Lucas Cirne
Um Terno Pela Paz
De Carlos Catuípe, Ivo Ladislau e Mário Tressoldi
Por Chão de Areia e Monycah Ramos
Nega Maçambiqueira / Congado e Paixão / Sou do Morro / São Benedito / Pagando Promessa
De Carlos Catuípe, Kako Xavier e Ivo Ladislau
Por Loma Pereira e Tribo Maçambiqueira
Para um tropeiro de sonhos
De Osmar Ransolin e Quinto Oliveira
Por Jean Kirchoff
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
21 AGO 2026 · Durante séculos, domar um cavalo significou vencê-lo pela força, pelo medo e exaustão.
Até que um treinador californiano escolheu outro caminho: observar, compreender e conquistar a confiança do animal.
Criado entre cavalos, rodeios e métodos tradicionais, Monty Roberts transformou gestos, movimentos e silêncios numa nova maneira de ensinar.
Seu método Join-Up atravessou fronteiras, conquistou multidões e recebeu o reconhecimento até mesmo da Rainha da Inglaterra, provocando uma discussão mundial sobre doma racional, autoridade e respeito aos animais.
Mas quem foi esse homem que afirmava compreender a linguagem dos cavalos? O que havia de técnica, experiência e controvérsia em seu trabalho?
Venha ouvir a história do homem que tornou tudo isso uma ciência. Venha ouvir Monty Roberts, o homem que ouvia cavalos.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Não era só um cavalo
De Osmar Ransolin
Por Confraria do Tropeiro
Cavalo
De Telmo de Lima Freitas
Por Quarteto Coração de Potro
Quando a bota encontra o estribo
De Adriano Alves e Cristian Camargo
Por Juliana Spanevello
Esse cavalo que eu tenho
De João Sampaio e Kiko Goulart
Por Kiko Goulart
O pelo do meu cavalo
De Sérgio Carvalho Pereira e Luiz Marenco
Por Luiz Marenco
Na cruz das rédeas cruzadas
De Henrique Fernandes e Matheus Leal
Por Matheus Leal
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
14 AGO 2026 · A maior feira agropecuária do Brasil, durante quase dois séculos, foi a Feira de Sorocaba.
Num período em que o país não tinha ferrovias nem rodovias, todos os caminhos levavam para a capital do tropeirismo.
Mas que lugar era esse capaz de atrair homens vindos de mais de mil quilômetros de distância?
Onde começavam os caminhos que terminavam em Sorocaba?
E quantos mil mulas podiam se reunir numa única temporada de venda?
São perguntas que ficaram na poeira do tempo.
Venha ouvir um programa para compreender quando começou e como termina aquele que se tornou o maior mercado de animais do Brasil antigo, atravessando os tempos da Colônia, da Independência, do Império e que chegou até a República.
Venha ouvir a Feira de Sorocaba.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Dos tropeiros de mulas
De Luis Lopes de Sousa
Por Pedro Júnior da Fontoura e Kayke Mello
Dores do ofício tropeiro
De Marcos Eduardo Neto e Lucas Soares
Por Lucas Soares e Daniel Silva
Dos tempo das tropas de mula
De Renato Gomes
Por Renato Gomes, Dudi Marafigo e Arthur Almeida
Tropa Ponta Cortada
De Miguel Bicca, Sabani Felipe de Souza e Cristiano Quevedo
Por Cristiano Quevedo
O cincerro vai batendo
De Elton Saldanha
Por Oswaldir e Carlos Magrão
Canto ao Tropeiro
De Osmar Ransolin e André Teixeira
Por André Teixeira
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
9 AGO 2026 · Os dedos correm ligeiro/
Tamborilando o teclado/
E o fole abre rasgado/
Por entre as mãos do gaiteiro,
Dali sai aboio tropeiro,
Ronda de gente e de gado,
Canto e destino marcado
Perdido pela paisagem,
E até mesmo a homenagem
Para o time Colorado.
Dali se vem a paixão
E o amor pra toda vida,
As chegadas e partidas
Sofrenando o coração,
E um tal Mané Romão
Que assistiu o casamento
E anteviu o surgimento
De uma prole que nascia
Pra herdar a alegria
E a grandeza do talento.
Hoje a Confraria do Tropeiro abre as portas do galpão, não apenas para lamentar uma ausência. Mas para celebrar a presença que atravessou gerações e deixou sua marca no coração e no afeto do povo gaúcho.
Bagre Fagundes foi um desses grandes, que gravou o nome a fogo no alambrado da história.
E este é o nosso tributo ao mestre.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Elegia ao Bagre
De Osmar Ransolin
Por Osmar Ransolin e Jeferson Monteiro
Tropeiro Velho
De Teixeirinha
Por Os Fagundes
De Filho pra pai
De Vaine Darde e Ernesto Fagundes
Por Ernesto Fagundes e Bagre Fagundes
Origens
De Nico Fagundes e Bagre Fagundes
Por Os Fagundes
Canto Alegretense
De Nico Fagundes e Bagre Fagundes
Por Os Fagundes
Oh! De casa
De Oneide e Adelar Bertussi
Por Os Fagundes
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
31 LUG 2026 · Liberdade, soberania, república e federação.
As ideias do Iluminismo e da Revolução Francesa atravessaram o Atlântico, chegaram ao rio da Prata e encontraram na Banda Oriental um território em disputa, marcado pela guerra, pela ocupação estrangeira e pela resistência política.
E neste ambiente, surge um grupo que irá mudar a história do continente americano: los 33 Orientales.
O grupo de revolucionários liderado por Juan Antonio Lavalleja, que enfrentou o maior império da América do Sul, para alcançar a sonhada independência de seu país.
Mas como se formou este grupo, como se deu a invasão que deflagrou a revolução e principalmente, qual a ligação dos Orientales com a Maçonarias.
Tudo isso você encontra neste programa da Confraria do Tropeiro.
Venha ouvir, os 33 Orientales.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Romance para el General Lavalleja
De Osiris Rodríguez Castillos
Por Rufino Mario Garcia
Los Orientales
De Idea Vilariño e Pepe Guerra
Por Los Olimareños
Minas y abril
De Santos Inzaurralde e Santiago Chalar
Por Catherine Vergnes
Milonga de pelo largo
De Gaston Ciarlo
Por Alfredo Zitarrosa
Orígenes
De Mario Carrero
Por Larbanois & Carrero
La Pátria, Compañeros
De Hector Numa Moraes e Washington Benavides
Por Numa Moraes e Oscar Massita
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
24 LUG 2026 · O porco não nasceu na América.
Quando os primeiros europeus atravessaram o Atlântico, não encontraram rebanhos suínos espalhados pelo território que viria a ser o Brasil. O animal doméstico chegou com a colonização portuguesa.
Em 1532, Martim Afonso de Sousa teria trazido para São Vicente porcos oriundos da Península Ibérica. A partir do litoral, esses animais acompanharam o avanço dos povoamentos, das fazendas, das tropas e dos caminhos que desvendaram o interior.
Foi esse porco antigo, já adaptado ao Brasil, que alcançou o interior de Santa Catarina. E se tornou a principal fonte de proteína do caboclo do planalto médio.
Quando as famílias de imigrantes italianos começaram a ocupar o Oeste e o Meio-Oeste do Estado, a população cabocla já criava suínos nas matas de araucária.
O antigo porco de banha foi gradualmente substituído pelo porco de carne, mais magro, rápido e padronizado.
Nossa história começa, portanto, com uma longa viagem: da Península Ibérica ao litoral brasileiro; da estrada do mar à estrada da mata; e desses caminhos às florestas catarinenses.
Uma caminhada de quase cinco séculos, feita por criadores, colonos, comerciantes, cooperativas e indústrias.
E que tornará Santa Catarina, um dos maiores produtores de proteína do mundo.
Venha ouvir, dos faxinais à agroindústria.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Sonho Criador
De Antonio Augusto Ferreira
Por Henrique Azambuja e Marcello Caminha
Nos Campos do Guarda-Mor
De Osmar Ransolin e Arthur Mattos
Por Rédea Solta
Campeando alçado
De Dudu Moreira
Por Entrevero Serrano
Serrano eu sou
De Ramiro Amorin e Jones Andrei Vieira
Por Floreio Nativo
Milonga de sangrar porco com a chaira
De Ricardo Martins, Rogério Ávila e Angelo Franco
Por Angelo Franco
Da Serra ao Litoral
De André Coelho
Por Daniel Silva
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
19 LUG 2026 · No estúdio, o músico ajusta o chapéu, firma a gaita contra o peito e espera o sinal do maestro. À frente dele, o auditório está cheio.
Há gente apertada nas primeiras filas, curiosos junto às paredes e funcionários caminhando depressa entre cabos, partituras e microfones.
Do lado de fora, milhares de aparelhos de rádio aguardam aquela música.
Em casas, armazéns, oficinas, hotéis e estações, famílias inteiras se reúnem em torno da voz que atravessa a noite.
Quando o maestro levanta a mão, o estúdio silencia.
Os primeiros acordes saem da gaita com segurança.
Logo depois vem o canto, claro, direto, acompanhado por uma presença que ninguém confunde.
Bombacha, botas, lenço, guaiaca e chapéu formam a figura que o público aprendeu a reconhecer.
Mas o cantor não nasceu no Rio Grande. E mesmo assim, se tornou a própria imagem do gaúcho pachola.
Venha conhecer a trajetória de um artista que soube reunir gaita, canto, humor e indumentária, e foi imortalizado em cada canto do Brasil, como o Gaúcho Alegre do Rádio.
Venha ouvir, a história de Pedro Raymundo.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Tributo a Pedro Raimundo
De Paulo Martins de Araujo
Por Confraria do Tropeiro
Adeus Mariana
De Pedro Raymundo
Por César Oliveira e Rogério Melo
Gaúcho Largado
De Pedro Raymundo
Por Ricardo Porto e Paulo Rigo
De Pedro Raimundo a Jayme
De Flávio Luiz Saldanha e Odemar Gerhardt
Por João Quintana Vieira e Grupo Parceria
Maragato
De Pedro Raymundo
Por Pedro Raymundo
Homenagem a Pedro Raymundo
De João Sampaio, Odenir dos Santos e Elton Saldanha
Por Ricardo Porto e Paulo Rigo
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
10 LUG 2026 · Você já ouvir falar da história do Barão do Serro Azul?
A vida de Ildefonso Pereira Correia atravessa alguns dos momentos mais decisivos do Brasil do século XIX: a formação da Província do Paraná, o crescimento da economia da erva-mate, a modernização de Curitiba, a crise final do Império e os primeiros anos turbulentos da República.
Sua vida trajetória ajuda a explicar uma época. E, ao acompanhar seus passos, seremos conduzidos a um capítulo essencial da história do nosso próprio país.
Venha percorrer esse caminho de riqueza, influência, risco e responsabilidade pública, escrito em meio a decisões que moldaram destinos familiares e políticos, sem esconder as contradições de seu tempo nem reduzir o homem que se tornou mártir de uma guerra sem heróis.
Venha ouvir a história do Barão do Serro Azul.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
A Tragédia do Paraná, O Quilômetro 65
De João Coelho Gomes Ribeiro
Por Confraria do Tropeiro
Estrada Larga
De Antonio Augusto Fagundes e Ernesto Fagundes
Por Ernesto Fagundes
Quem sabe na cruz sem nome
De Adriano Silva Alves e Marcelo Oliveira
Por Marcelo Oliveira e Adriano Silva Alves
Nos Paranás do Paraná
De Doly Costa e Hercules Grecco
Por Os Posteiros
Quando a mão alcança o mate
De Osmar Ransolin e Raineri Spohr
Por Raineri Spohr
Homens de bem
De Silvio Genro, Boca Costa e Cristiano Fantinel
Por Cristiano Fantinel
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
3 LUG 2026 · O povo Charrua é uma das etnias que forjou o gaúcho. Dele vieram a lança, a boleadeira, a doma índia e a arte de montar o cavalo como se fosse a extensão do próprio homem.
De um charrua à cavalo surgiu a figura do centauro dos pampas.
Neste episódio da Confraria do Tropeiro, vamos pesquisar essa importante matriz indígena do homem campeiro do Prata e do Rio Grande do Sul. Um povo de tolderías, semi-nômade, que se adaptou às grandes distâncias.
Venha conhecer a história das montoneras, de cavaleiros que sumiam na noite e atacavam como fantasmas, deixando marcas profundas na cultura da fronteira.
E conhecer o desfecho trágico de uma das nações guerreiras que cruzou a América do Sul.
Venha ouvir a história dos charruas.
Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
Locução: Mario Lima
POESIAS E MÚSICAS
Charruas
De Renato Jaguarão
Por Renato Jaguarão
Charruas e Minuanos
De Olgi Zauza Krejci e Mano Lima
Por Mano Lima
Um Charrua
De João Stimamilio Santos e Érlon Péricles
Por Érlon Péricles
Sangre Charrua
De Catherine Vergnes
Por Catherine Vergnes
Pedra Charrua
De Victor Colombo
Por Victor Colombo
Milonga Charrua
De Ramón Borche
Por Ramón Borche
TRILHAS E VINHETAS:
Kayke Mello
Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.
Marcello Caminha Filho
Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.
Charlise Bandeira e Júnior Müller
Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .
Joaquim Velho
Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
Jeferson Monteiro
Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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Informazioni
| Autore | Confraria do Tropeiro |
| Organizzazione | Confraria Tropeiro |
| Categorie | Storia , Documentari |
| Sito | www.tropeiro.com.br |
| confrariatropeiro@gmail.com |
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